Pingback de Os fantasmas se divertem – no cinema « Mente vazia = mente criativa.
Em resposta ao comentário acima exposto. Gostaria de responder como Galileu o fez aos seus detratores, quando proibido pela igreja de reafirmar a esfericidade da terra e que era a terra que girava em torno do sol. Tendo que negar uma verdade que a cegueira humana na época não podia, negando, reafirmou; mas que a terra é redonda é. Para os que não acreditam na exitência dos espísitos deixamos para seu consolo o sarcásmo, pois esta é a única que possuem para tentar deter uma verdade que independe da vontade humana. Não é porque não veêm ou sintam, que outros não vejam e não simtam. De resto só o tempo para provar como aconteceu com as terorias de Galileu Galileu e outros sábios da antiguidade.
Ilson,
Valeu pelo comentário, porém, creio que vc não tenha entendido a brincadeira que fiz no meu post. Meu comentário não foi sobre o filme sobre o Dr Bezerra de Menezes, muito menos sobre religião. Escrevi que ‘a indústria cinematográfica encontrou um novo filão’ e ilustrei o comentário com o print screen do blog do colunista do ig, onde realcei envolvendo em vermelho um simples erro de português (ou de digitação) no texto do autor. O erro de digitação do colunista transformou o adjetivo espírita no substantivo espírito, alterando o sentido da frase. Ele escreveu “o público espírito” em vez de “o público espírita”.
Sucesso e paz!
Setembro 3, 2008 at 7:13 am
Pingback de Os fantasmas se divertem – no cinema « Mente vazia = mente criativa.
Em resposta ao comentário acima exposto. Gostaria de responder como Galileu o fez aos seus detratores, quando proibido pela igreja de reafirmar a esfericidade da terra e que era a terra que girava em torno do sol. Tendo que negar uma verdade que a cegueira humana na época não podia, negando, reafirmou; mas que a terra é redonda é. Para os que não acreditam na exitência dos espísitos deixamos para seu consolo o sarcásmo, pois esta é a única que possuem para tentar deter uma verdade que independe da vontade humana. Não é porque não veêm ou sintam, que outros não vejam e não simtam. De resto só o tempo para provar como aconteceu com as terorias de Galileu Galileu e outros sábios da antiguidade.
Setembro 4, 2008 at 12:23 am
Ilson,
Valeu pelo comentário, porém, creio que vc não tenha entendido a brincadeira que fiz no meu post. Meu comentário não foi sobre o filme sobre o Dr Bezerra de Menezes, muito menos sobre religião. Escrevi que ‘a indústria cinematográfica encontrou um novo filão’ e ilustrei o comentário com o print screen do blog do colunista do ig, onde realcei envolvendo em vermelho um simples erro de português (ou de digitação) no texto do autor. O erro de digitação do colunista transformou o adjetivo espírita no substantivo espírito, alterando o sentido da frase. Ele escreveu “o público espírito” em vez de “o público espírita”.
Sucesso e paz!